terça-feira, 22 de julho de 2014

creepypasta- jeff the killer


Excerto de um jornal local:
TERRÍVEL ASSASSINO EM SÉRIE DESCONHECIDO AINDA ESTÁ A SOLTA.

Depois de semanas de assassinatos inexplicáveis, o assassino sinistro, ainda desconhecido, possui o seu paradeiro desconhecido. Depois de poucas evidências encontradas, um jovem garoto diz ter sobrevivido a um dos ataques, e corajosamente contou sua história.

“Eu tive um pesadelo e acordei no meio da noite. Vi que, por algum motivo, a janela estava aberta, mesmo que lembre de a ter fechado antes de ir para a cama. Levantei-me e fechei-a mais uma vez. Depois disso, simplesmente rastejei para debaixo dos meus lençóis e tentei voltar a dormir. Foi quando tive uma sensação estranha, como se alguém estivesse a observar-me. Olhei para cima, e quase pulei para fora da cama. Lá, num pequeno raio de luz, iluminando entre as minhas cortinas, haviam um par de olhos. Não eram olhos normais. Eles eram escuros, ameaçadores e de um preto profundo e … simplesmente…planavam e aterrorizavam-me. Foi quando vi a boca. Um sorriso, muito horrendo que fez todos os pêlos do meu corpo ficarem em pé. A figura estava ali, a observar-me. Finalmente, depois do que pareceu uma eternidade, ele disse uma frase simples, mas disse de uma forma que só um homem fora de si diria.

Ele disse ‘Vá dormir’. Deixei um grito escapar, e foi isso que o fez vir até mim. Ele apontou-me uma faca; direto no meu coração; E pulou para cima da minha cama. Eu lutei com ele, chutei, soquei, rolei pela cama, tentando tira-lo de cima de mim. Isso foi quando meu pai entrou no quarto. O homem jogou a faca, diretamente no ombro de meu pai. O homem provavelmente acabaria com ele, se um dos vizinhos não tivesse chamado a policia.

Eles estacionaram em frente à minha casa, e correram para a porta. O homem deu a volta e correu escadas a baixo para a entrada. Ouvi um barulho de vidro a quebrar-se. Quando sai do meu quarto, vi que a janela do fundo da minha casa estava quebrada. Olhei para fora, e vi-o a correr, já longe. Posso dizer uma coisa, nunca vou esquecer o rosto dele. Aqueles olhos malditos, frios e o sorriso psicótico. Isso nunca vai sair da minha cabeça.”

Jeff e sua família acabaram de se mudar para uma nova vizinhança. O seu pai ganhou uma promoção no trabalho, e eles achavam que seria melhor viver em uma dessas vizinhanças ‘requintadas’. Jeff e seu irmão Liu não podiam reclamar, uma casa nova e melhor. O que não tinha para amar? Enquanto eles desempacotavam as coisas, uma vizinha foi conhecê-los.
“Oi” disse ela, “Eu sou Bárbara, moro do outro lado da rua. Bem, eu só queria apresentar-me para vocês e p meu filho também.” Ela virou-se e chamou o seu filho. “Billy, esses são os nossos novos vizinhos.” Billy disse “oi”, e correu de volta para o pátio da casa, onde voltou a brincar.
“Bem,” disse a mãe de Jeff, “Eu sou Margaret, esse é meu marido Peter, e meus dois filhos, Jeff e Liu.” Enquanto se conheciam, Bárbara logo nos convidou para o aniversário do seu filho. Jeff e Liu estavam prontos para rejeitar, quando a mãe deles disse que adorariam comparecer. Então quando eles terminaram de desempacotar as coisas, Jeff foi até à sua mãe.

“Mãe, porque aceitarias um convite de uma festinha? Não sei se não notaste, mas eu já não sou uma criancinha.”
“Jeff, nós acabamos de nos mudar para cá; devíamos mostrar que queremos passar um tempo com os nossos vizinhos. Agora, vamos à festa, e ponto final.” Jeff começou a falar, mas parou logo em seguida, sabendo que não poderia fazer nada a respeito. Quando sua mãe dizia alguma coisa, era aquilo e pronto. Ele andou até seu novo quarto e desmoronou-se na cama. Sentou ali e ficou a olhar para o tecto quando, de repente, ele sentiu algo estranho. Não como uma dor, mas um sentimento estranho. Ele ignorou aquilo como apenas um sentimento qualquer, ouviu a mãe chamá-lo, em baixo para ir buscar as suas coisas e desceu.

No outro dia, Jeff desceu as escadas para tomar o pequeno-almoço e ir para escola. Quando se sentou para comer, teve o mesmo sentimento estranho do dia anterior. Só que agora mais forte. Ele teve uma pequena dor, como um puxão, mas ignorou mais uma vez. Assim que ele e o irmão terminaram de comer, dirigiram-se para a paragem do autocarro. Sentaram-se lá, a esperar pelo autocarro. Então, do nada, um garoto de skate pulou por cima deles, por apenas uns centímetros de suas cabeças. Os dois deram um salto, surpresos. “Mas que porra é essa?”
A criança deu a volta foi até eles. Ele deu um pisão na ponta do skate, e apanhou-o com a mão. O garoto parecia ter uns 12 anos; um ano mais novo que Jeff, vestia uma camiseta da Aeropostale e umas jeans azuis rasgadas.



“Ora, ora, ora. Parece que temos carne nova no pedaço.” De repente, mais duas outras crianças apareceram. Um era super magro, e outro era enorme. “Bem, já que vocês são novos aqui, gostaríamos de nos apresentar; Aquele ali é o Keith” Jeff e Liu olharam para o magrinho. Ele tinha uma cara de pessoa que não praticava muito exercício físico, que te daria um braço esquerdo se precisasses. “E o outro é o Troy” Eles olharam para o gordo. Era um rolha de poço . Aquela criança não se deve ter exercitado mais depois de ter começado a gatinhar.
“E eu,” disse o garoto do skate "sou Randy. Agora, deixa-me explicar; para todas as crianças nesse bairro há um preço pequeno para a viagem de autocarro, se é que me entendes.” Liu levantou-se, pronto pra socar o garoto até que ele virasse do avesso, quando um dos amigos de Randy puxou uma faca e apontou para ele “Tsc, tsc, tsc, eu pensei que vocês fossem mais cooperativos, mas parece que vamos precisar fazer da maneira mais difícil.” O rapaz dirigiu-se a Liu, e tirou a carteira do bolso dele. Jeff teve aquele sentimento de novo. Agora estava realmente forte, uma sensação de incineração. Jeff levantou-se, mas Liu pediu para que se sentasse de novo. Ele ignorou e continuou em direção do garoto.
“Ouve, seu punkzinho, devolve a carteira do meu irmão ou…” Randy colocou a carteira no próprio bolso, e tirou sua faca.
“Ah, e o que você vai fazer?” Assim que ele terminou a frase, Jeff socou o miúdo no nariz. Quando Randy tentou tocar o rosto, Jeff segurou seu pulso e quebrou-o. Randy gritou e Jeff pegou a faca de sua mão. Troy e Keith correram para pegar Jeff, mas ele era muito rápido. Ele jogou Randy no chão. Keith tentou atacá-lo, mas Jeff se abaixou e apunhalou a faca no seu braço. Keith deixou a faca cair, e caiu logo em seguida no chão gritando. Troy também tentou atacá-lo, mas Jeff nem precisou da faca, socou Troy diretamente no estômago, que caiu de joelhos, e quando caiu, vomitou todo o chão. Liu não conseguiu fazer nada, além de olhar admiradamente para seu irmão.
“Jeff, como é que tu.. ?” Isso foi tudo que ele disse. Eles viram o autocarro e chegar, e sabiam que seriam culpados por aquilo tudo. Então, começaram a correr o mais rápido que puderam.

Enquanto corriam, olharam pra trás e viram o motorista a correr para Randy e os outros. Eles correram até a escola, sem se atrever a contar qualquer coisa sobre aquilo. Apenas sentaram-se e assistiram às aulas. Liu achava que tinha sido apenas seu irmão a bater em algumas crianças, mas Jeff sabia que era algo a mais. E era algo, algo assustador. Quando tinha aquele sentimento e via o quão poderoso era, a única coisa que desejava era magoar alguém. Ele não gostava de como isso soava, mas não conseguia conter-se de se sentir feliz. Sentiu o sentimento estranho a sumir e não voltou durante resto do dia na escola. Mesmo enquanto caminhava para casa devido àquela coisa toda, perto da paragem de autocarro e como agora provavelmente não o apanharia mais, sentiu-se feliz. Quando voltaram pra casa, os seus pais perguntaram como tinha sido o dia deles, e ele disse com uma voz meio sinistra “Foi um óptimo dia”.

Na manhã seguinte, ouviu alguém a bater na porta da frente. Desceu as escadas e encontrou dois policias na porta, com a sua mãe que olhava para ele muito zangada.
“Jeff, esses policias disseram-me que tu atacou três crianças. E que não foi uma briga normal, que eles foram esfaqueados. Esfaqueados, filho!” Jeff olhou para o chão, mostrando para sua mãe que era verdade.

“Mãe, eles tinham facas e apontaram para Liu e para mim.”

“Filho,” disse um dos policias, “Nós encontramos três crianças, duas esfaqueadas, outra com uma contusão no estômago e temos testemunhas de que você estava na cena. Agora, o que tens para nos contar?” Jeff sabia que era inútil. Poderia dizer que ele e Liu tinham sido atacados, mas não havia provas de que não tinham sido eles que atacaram primeiro, não poderiam dizer que não tinham fugido, porque verdade seja dita, estavam. Então Jeff e Liu não poderiam defender-se.

“Filho, chama o teu irmão.” Jeff não poderia fazer isso, sabendo que só ele tinha batido nos garotos.
“Senhor, fui eu. Fui eu que bati nos garotos. Liu tentou segurar-me, mas não conseguiu parar-me.” O policia olhou para seu parceiro e os dois acenaram com a cabeça.
“Olha garoto, isso custará um ano no Centro de Detenção Juvenil…”.
“Espera!” disse Liu. Todos olharam para o topo da escada, para o ver a segurar uma faca. Os policias pegaram nas suas armas e apontaram para Liu.
“Fui eu, eu bati naqueles punkzinhos. Tenho as marcas para provar.” Ele levantou as mangas para revelar cortes e contusões, como se tivesse participado numa luta.
“Filho, coloca a faca no chão,” disse o policia. Liu afrouxou os dedos e deixou-a cair no chão. Colocou as mãos para cima e caminhou até os policias.

“Não Liu! Fui eu, eu é que fiz isso!” Jeff falou, com lágrimas a escorrer pelo seu rosto.
“Ah, pobre irmãozinho, a tentar levar com as culpas pelo que eu fiz. Bem, levem-me embora.” O policia levou Liu até a viatura.
“Liu, diz-lhes que fui eu! Diz! Fui eu quem bateu naqueles garotos!” A mãe de Jeff colocou a mão no ombro dele.
“Por favor, Jeff, não tens que mentir. Nós sabemos que foi Liu, não podes impedir. Não tornes isso mais difícil que já está a ser.” Jeff olhava sem poder fazer nada, enquanto o carro saía velozmente com Liu dentro. Alguns minutos depois, o pai deles estacionou na frente de casa, e ao ver o rosto de Jeff, sabia que algo estava errado.
“Filho, o que aconteceu?” Jeff não podia responder. As suas cordas vocais estavam tensas de tanto chorar. Em vez disso, a mãe de Jeff caminhou até ao seu pai para lhe dar a má notícia, enquanto Jeff chorava na garagem.

Depois de uma hora, Jeff voltou para casa, viu que os seus pais estavam ambos chocados, tristes e decepcionados. Ele não podia olhar para eles, não podia ver que eles achavam que a culpa era de Liu. Foi dormir, tentando fazer com que a coisa toda saísse de sua mente. Dois dias passaram-se, sem notícias de Liu da prisão. Não haviam amigos para sair. Nada além de tristeza e culpa. Isso até sábado, quando Jeff foi acordado pela sua mãe, com um rosto feliz.

“É hoje, Jeff.”  disse enquanto abriu as cortinas e deixando uma inundação de luz no quarto de Jeff.
“O que é hoje?” Jeff perguntou, ainda meio dormindo.
“Ora, é a festa de Billy.” Jeff estava agora totalmente desperto.
“Mãe, estás a brincar, né? Tu não esperas que eu vá para a festa de alguma criança depois…” Houve uma longa pausa.
“Jeff, nós dois sabemos o que aconteceu, acho que esta festa pode ser a coisa que vai iluminar os dias passados. Agora, vai-te vestir.”

A mãe de Jeff saiu do quarto e foi preparar-se. Jeff lutou para se levantar.

Pegou numa camisa qualquer, umas calças jeans e desceu as escadas. Viu o pai e a mãe, bem vestidos, a sua mãe em um vestido e seu pai em um terno. E pensou: “porque é que eles sempre usam essas roupas extravagantes para uma festa de criança?”

“Filho, isso é tudo que vais vestir?” disse a mãe de Jeff.
“Melhor do que usar algo exagerado.”, disse. A sua mãe escondeu a vontade de gritar e escondeu-a com um sorriso.
“Mas Jeff, podias ter-te vestido melhor, se quiseres causar uma boa impressão”, disse o pai. Jeff grunhiu e voltou para o seu quarto.
“Eu não tenho roupas extravagantes!” gritou ele ao subir as escadas.
“Basta pegar em alguma coisa.” disse a sua mãe, olhou ao redor em seu armário para o que chamava de fantasia. Encontrou um par de calças pretas, que tinha para ocasiões especiais, e uma camiseta, não conseguia encontrar uma camisa para sair. Olhou em volta e só encontra camisas listradas e padronizadas. Nenhuma que combinasse com as calças. Finalmente, encontrou um moletom branco, numa cadeira e vestiu-o.

“Vais assim?” ambos disseram. A sua mãe olhou para o relógio. “Oooh, não há tempo para mudar. Vamos embora.”, disse enquanto puxava Jeff e seu pai para fora.

Atravessaram a rua até a casa de Bárbara e Billy. Bateram na porta e encontraram Bárbara que, assim como seus pais, estava extravagantemente vestida. Enquanto eles caminhavam para dentro da casa, Jeff só via adultos, não crianças.
“As crianças estão lá fora, no quintal. Jeff, que tal ires conhecer as crianças?” disse Bárbara.
Jeff saiu para o jardim que estava cheio de crianças.elas estavam a correr em trajes estranhos de vaqueiros e a atirar uns aos outros com armas de plástico. De repente, um garoto veio até ele e entregou-lhe uma arma de brinquedo e um chapéu.

“Hey. Queres brincar?”, disse.
“Aah, não mesmo, pirralho. Eu sou muito velho para essas coisas.” O garoto olhou para ele com aquela cara de cão pedinchão.
“Po-favô?” disse o menino. “Tudo bem”, disse Jeff. E colocou o chapéu e começou a fingir atirar nas crianças. A princípio, pensou que era uma ideia totalmente ridícula, mas depois começou realmente a divertir-se. Pode não ter sido super fantástico, mas foi a primeira vez que havia feito algo que tirou seus pensamentos de Liu.

Assim, brincava com as crianças por um tempo, até que ouviu um barulho. Um barulho estranho de rolamento. Então algo bate nele. Randy, Troy, e Keith a pular a cerca, assim como seus skates. Jeff deixou cair a arma falsa e arrancou o chapéu. Randy olhou para Jeff com um ódio ardente.

“Olá? Jeff?”, disse. “Nós temos alguns negócios inacabados”. Jeff viu seu nariz machucado. “Eu acho que estamos quites. Eu dei-te uma surra e você enviou o Liu para o centro de detenção.” Jeff falou enraivecido.
Randy tinha fúria nos olhos. “Oh não, eu não jogo para empatar, e sim para ganhar. Podes ter acabado connosco no outro dia, mas não hoje.” Quando Randy falou, Jeff correu e Randy foi atrás dele. Ambos caíram no chão. Randy socou o nariz de Jeff, e Jeff agarrou-o pelas orelhas e deu-lhe uma cabeçada. Jeff empurrou Randy para longe e ambos se levantaram. As crianças estavam a gritar e os pais correram para fora da casa. Troy e Keith puxaram armas de seus bolsos.
“Ninguém se mexe ou tripas vão voar!” eles disseram. Randy puxou uma faca e apunhalou o ombro de Jeff.

Jeff gritou e caiu de joelhos. Randy começa a chutá-lo no rosto. Depois de três chutes, Jeff pega o pé de Randy e torce-o, fazendo com que Randy caia no chão. Jeff levantou-se e correu em direção à porta das traseiras. Porém, Troy agarrou-o.
“Precisas de ajuda?” Ele pegou Jeff pelo colarinho e atirou-o de volta para o pátio através da porta. Enquanto Jeff tentava ficar de pé, ele é chutado para o chão novamente. Randy começa a chutar repetidamente Jeff, até que ele começa a tossir sangue.
“Vamos Jeff, luta comigo!” Ele pega Jeff e atira-o para a cozinha. Randy vê uma garrafa de vodka em cima do balcão e esmaga o vidro sobre a cabeça de Jeff. “Luta!” Ele joga Jeff de volta para a sala de estar.
“Vamos Jeff, olha para mim!” Jeff olha para cima, o rosto cheio de sangue. “Eu sou quem mandou o teu irmão para o centro de detenção! E agora tu só vais sentar ai e deixá-lo apodrecer lá por um ano inteiro! Devias ter vergonha!” Jeff começa a se levantar.

“Ah, finalmente! Levanta-te e luta!” Jeff agora está de pé com sangue e vodka no rosto. Mais uma vez ele fica com aquela sensação estranha, aquela que ele já não sentia há algum tempo. “Finalmente. Ele está de pé!” Randy diz enquanto corre em direção a Jeff. É quando acontece. Algo dentro de Jeff se encaixa. O seu psicológico é destruído, todo o pensamento racional desapareceu, tudo o que ele pôde fazer, é matar. Ele pegou no Randy derrubou-o até ao chão. Ele fica em cima dele e lhe dá um soco direto no peito onde fica o coração. O soco faz com que o coração de Randy pare. Enquanto Randy suspira. Jeff golpeia-o. Soco após soco, o sangue jorra do corpo de Randy, até que ele dá um último suspiro e morre.

Todos estavam a olhar para Jeff agora. Os pais, as crianças a chorar, até Troy e Keith. Apesar de estarem assombrados, Troy e Keith apontam suas armas para Jeff. Jeff vê as armas apontadas para ele e corre para as escadas. Enquanto corre, Troy e Keith disparam fogo contra ele, todos os tiros perdidos. Jeff sobe as escadas. Ele ouve Troy e Keith a segui-lo. Enquanto disparam suas últimas balas, Jeff entra na casa-de-banho, pega no toalheiro e arranca-o da parede. Troy e Keith correm para o banheiro com as facas em punho preparadas.

Troy move sua faca em direção a Jeff, que se afasta e bate com o toalheiro no rosto de Troy. Troy cai e agora tudo o que resta é Keith. Ele é mais ágil que Troy, e desvia quando Jeff tentava acerta-lo com o toalheiro. Ele larga a faca e pega Jeff pelo pescoço, empurrando-o contra a parede. Uma coisa como lixívia que estava na prateleira caiu em cima dos dois. Ambos sentem a pele queimar e começaram a gritar. Jeff enxugou os olhos da melhor forma que pôde, e puxou o toalheiro, que acertou em cheio na cabeça de Keith. E antes que Keith sangrasse até a morte, deixou escapar um sorriso sinistro.
“O que há de tão engraçado?” Jeff perguntou. Keith pegou um isqueiro e ligou-o. “O que é engraçado?”, disse, “é que você está coberto de lixívia e álcool.” Jeff arregalou os olhos ao ver Keith jogando o isqueiro nele. Assim que o isqueiro aceso fez contato com ele, as chamas iniciaram. Enquanto o álcool o queimava, a água sanitária branqueava sua pele. Jeff gritava terrivelmente enquanto ardia em fogo. Ele tentou rolar para fora do fogo, mas não adiantava, o álcool tinha feito dele um inferno ambulante. Ele correu pelo corredor, e caiu das escadas. Todos começaram a gritar quando viram Jeff, agora uma tocha-humana, a cair no chão, quase morto. A última coisa que Jeff viu foi sua mãe e os outros pais que tentavam apagar as chamas. Foi quando ele desmaiou.



Quando Jeff acordou tinha um molde de gesso envolvido em volta de seu rosto. Ele não conseguia ver nada, mas sentiu um molde em seu ombro, e pontos por todo seu corpo. Tentou levantar-se, mas ele percebeu que havia alguns tubos em seu braço, e quando ele tentou levantar-se ele caiu, e uma enfermeira correu para ajudá-lo.
“Eu não acho que possas sair da cama ainda.” disse ela, enquanto o colocou de volta na sua cama e reinseria o cateter no seu braço. Jeff sentou-se ali, sem nenhuma visão, nenhuma ideia do que estava ao seu redor. Finalmente, depois de horas, ele ouviu sua mãe.
“Querido, estás bem?”, perguntou ela. Jeff não poderia responder embora, pois seu rosto estava coberto por gesso. “Oh querido, eu tenho grande notícia. Depois do que todas as testemunhas disseram à polícia que Randy te tinha atacado, eles decidiram soltar o Liu.”
Isso fez com que Jeff quase pulasse, mas parou, lembrando-se do tubo ligado ao seu braço. “Ele estará fora amanhã, e então vocês os dois poderão estar juntos de novo”. A mãe do Jeff abraça-o e despede-se.

As semanas seguintes foram formadas apenas onde Jeff era visitado pela sua família. Até ao dia onde os seus curativos deveriam ser retirados. Sua família estava lá para vê-lo, como estaria agora sua aparência. Quando os médicos desembrulharam as ataduras do rosto do Jeff todos estavam na ponta das cadeiras. Eles esperaram até o último curativo sobre o rosto de Jeff serem removidos.
“Vamos esperar o melhor,” disse o médico. Ele rapidamente puxa o último pano, deixando agora o rosto de Jeff amostra.
A mãe de Jeff grita ao ver seu rosto, Liu e o pai de Jeff olham horrorizados para ele.
“O quê? O que aconteceu com meu rosto?” Jeff disse. Ele levanta-se rapidamente, ignorando a tontura, e corre para a casa de banho. Ele olhou para o espelho e viu a causa da aflição de todos. A sua cara. Era… Era simplesmente horrível. O seus lábios foram queimados a um profundo tom de vermelho. O seu rosto transformou-se numa cor branca pura, e os seus cabelos chamuscaram de castanho a preto. Ele lentamente colocou a mão em seu rosto. Era como se tocasse em couro agora. Ele olhou de volta para sua família depois de volta para o espelho.
“Jeff”, disse Liu.”Não é assim tão ruim….”

“Não é tão ruim!?”, disse Jeff, “é perfeito!” A sua família toda ficou surpreendida. Jeff começou a rir incontrolavelmente e os seus pais perceberam que p seu olho esquerdo e a mão tremiam.
“Umm… Jeff, estás bem?”
“Bem? Eu nunca me senti mais feliz! Ha ha ha ha ha haaaaaa, olha para mim. Esse cara fica perfeita em mim!” Ele não conseguia parar de rir. Ele acariciou seu rosto, a senti-lo. Olhava no espelho. O que causou isso? Bem, deve-se lembrar que quando Jeff estava a lutar Randy, algo na sua mente, a sua sanidade, estalou. E desta vez tinha sido permanente. Agora ele tornou-se numa máquina descontrolada de matar, e seus pais não tinham noção disso.
“Doutor”, disse a mãe de Jeff, “Meu filho…é, você sabe.. Está bem? Na cabeça?”
“Ah sim, este comportamento é típico para os pacientes que tomam muitas grandes quantidades de analgésicos. Se seu comportamento não mudar em poucas semanas, traga-o de volta aqui, e nós vamos fazer-lhe um teste psicológico.”
“Ah, sim. Obrigada doutor.” A mãe de Jeff até ele. “Jeff, querido. É hora de ir.”
Jeff olha de longe o espelho, no seu rosto ainda formado um sorriso louco. “Tudo bem, mãe. Ha ha haaaaaahahaaaaa!” sua mãe segurou-o pelos ombros e o levou para ir buscar as suas roupas.
“Isto é o que veio”, disse a mulher no balcão. A mãe de Jeff olhou para baixo para ver as calças pretas e o moletom branco seu filho usara no dia da festa. Agora eles estavam limpos do sangue e costuradas. A mãe de Jeff levou-o para seu quarto e fez com que ele vestisse a sua roupa. Então eles deixaram-no, não sabendo que este era o seu último dia de vida.



Mais tarde naquela noite, a mãe de Jeff acordou com um som vindo do banheiro. Soou como se alguém estivesse a chorar. Ela lentamente caminhou para ver o que era. Quando ela olhou para o banheiro ela viu uma visão horrenda. Jeff tinha pegado uma faca e esculpiu um sorriso no seu rosto.
“Jeff, o que estás a fazer?”, perguntou a sua mãe. Jeff olhou para eles. “Eu não consegui manter um sorriso mamãe. Doeu depois de algum tempo. Agora, eu posso sorrir para sempre.” A Mãe de Jeff reparou nos seus olhos, anelados em preto. “Jeff, os teus olhos!” Os seus olhos aparentemente nunca fechavam.


“Eu não podia ver meu rosto. Eu comecei a ficar cansado e meus olhos começaram a fechar. Eu queimei as pálpebras para então me ver para sempre, este meu novo rosto”. A mãe do Jeff lentamente começou a afastar-se, vendo que seu filho estava totalmente louco. “O que há de errado mãe? Eu não sou bonito?”
“Sim filho,” ela disse, “Sim, você é. Lindo… Deixa-me ir chamar o pai, para que ele possa ver o teu lindo rosto.” Ela correu para o quarto e sacudiu o pai de Jeff do seu sono. “Querido, pegue a arma nós…” Ela parou quando viu Jeff na porta, com uma faca.
“Mãe, mentiste.” Foi a última coisa que os dois ouviram enquanto Jeff corria na sua direção com a faca, a esfaquear ambos.
O seu irmão Liu acordou, assustado com algum ruído. Ele não ouviu mais nada, então ele apenas fechou os olhos e tentou voltar a dormir. Enquanto ele estava na fronteira do sono, ele teve a sensação estranha de que alguém o estava observando.
Ele olhou para cima, antes que a mão de Jeff cobrisse sua a boca. Lentamente, ele ergueu a faca pronta para mergulhá-la em Liu. Liu debateu-se, a tentar escapar de Jeff.

”Shhhhhhh”, Jeff disse: “Vá dormir.”

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