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quarta-feira, 12 de agosto de 2015

As diferentes fases post-mortem


Para muitas pessoas, ocorrem apenas dois eventos naturais após a morte de um ser humano: o endurecimento do corpo e a sua putrefacção. Só isso. Na verdade, existem muitos outros processos tanto antes como depois desses dois já referidos, tal como o terrível facto de nós sermos devorados pelas nossas próprias enzimas estomacais e como as células da pele são bastante resistentes e duradouras, podendo aguentar-se até durante um mês após a morte, a nossa derme torna-se num petisco perfeito para as enzimas. Devido à adipocere, a pele começa a obter uma textura gelatinosa em contato com a água ou frio, que funciona como um anti-pútrido/preservativo natural, que se forma com a decomposição bacterial do tecido dérmico.
Além disso, acontece também que as bactérias presentes nos intestinos originam um gás nauseabundo que faz com que o nosso cadáver inche: a língua, os testículos, as mamas e o ventre dilatam e os olhos saltam para fora das órbitas.
O cadáver fica verde porque as células do intestino começam a deslocar-se pela pele. O tingimento para verde do nosso corpo demora cerca de quatro dias.

Mas decorrem ainda mais processos do que esses! O primeiro deles é o chamado Pallor Mortis: o cadáver começa a empalidecer devido à falta de circulação sanguínea. Este processo desenvolve-se mais ou menos rapidamente, dependendo da cor da pele do morto: pessoas com uma pele muito clara sofrem o Pallor Mortis cerca de 15-20 minutos após a morte. Porém, o embranquecimento dérmico ocorre tão rapidamente que se torna quase impossível determinar o instante da morte de uma pessoa.


Depois disto, surge o Algor Mortis, responsável pela mudança de temperatura do corpo humano para a ambiente, causando um declínio térmico considerável no mesmo. No entanto, se o cadáver estiver num local muito quente, como um deserto, a sua temperatura aumenta consequentemente. A temperatura pós-morte de um corpo é influenciada por muitos outros fatores que podem fazê-la atingir um valor mais alto, em consequência das roupas que o corpo veste ou de doenças ou drogas específicas que aumentam a temperatura corporal, como a isoniazida, por exemplo.

 

Passada esta fase, vem o Rigor Mortis, um processo em que o cadáver endurece. Ele é causado pela perda da respiração e de ATP (adenosina trifosfato). As moléculas de oxigénio, CO2 e tudo mais, deixam de poder ser degradadas pelas enzimas, dado que a miosina (proteína responsável pela contração muscular) continua interligada com a actina (outra proteína que partilha a mesma função), mas desta vez, através do ADP (adenosina difosfato). Os nossos músculos relaxariam apenas se o ADP, neste caso, fosse substituído pelo ATP.



Seguidamente, temos o Livor Mortis. Devido à cessamento da circulação sanguínea, o sangue passa a estar sujeito à atração gravítica e é levado para a posição inferior do corpo, tendo em conta a maneira de como ele se encontra posicionado. Sabendo que os cadáveres são, na maioria das vezes, deitados de barriga para cima, o sangue direcciona-se para as costas e para as zonas inferiores de outras partes do corpo interligadas, como braços, calcanhares, etc. Isto faz com que as zonas inferiores apresentem uma coloração roxa e as superficiais, branca.


Terminada a série dos "Mortis", surgem agora outros termos mais bem conhecidos e geralmente referidos como únicos processos corporais pós-morte. Primeiro, vem a putrefacção do corpo, causada pela quebra de ligações com os tecidos das diferentes partes do corpo e pela consequente liquefacção da maior parte dos órgãos. Seguidamente, temos a decomposição do corpo. Essencialmente, isto é a passagem do corpo para um estágio de matéria mais simples. Inicialmente, o corpo morto começa a inchar, devido aos gases libertados pelos órgãos internos. O corpo começa a desintegrar-se e parte dele é consumido pelas próprias enzimas digestivas ou por animais como formigas e larvas (só para que conste, nesta fase, o corpo humano já se encontra enterrado e à nora). Quando a carne é toda (ou quase toda) consumida, restam apenas os ossos e as porções cartilagíneas. E é este o evento chamado de "esqueletização".

 
Após este evento, se os animais necrófagos não se alimentarem das ossadas, os ácidos em solos férteis começam a dissolvê-las e levam um período de cerca de 20 anos para tal. No entanto, se o terreno tiver um pH neutro, os ossos permanecerão por até centenas de anos até desaparecerem.

Esclarecidos?


Adaptado de:
wikipédia
alltime10

domingo, 26 de julho de 2015

O pé-de-elefante nuclear


Na década de 80, a humanidade esteve perto de criar uma medusa, não o animal que todos nós conhecemos, mas sim outra entidade, composta por químicos pesados. É totalmente impossível chegar a poder observar uma de perto, porque toda a radiação por ela emitida é demasiada para um corpo humano, levando-o à morte, posteriormente.
Esta imagem provém de uma formação semelhante a um tapete de lava, originada no centro de um reator do porão da central nuclear de Chernobyl. Ela foi nomeada de "pé-de-elefante" e pesa centenas de toneladas, mas só tem dois metros de extensão e meio metro de altura. A densidade do pé-de-elefante ultrapassa recordes para uma massa nuclear com as suas proporções. As fotografias existentes deste fenómeno só puderam ser tiradas a partir de um espelho no canto do corredor, visto que a câmara-robô que foi enviada até àquela sala com o objetivo de o gravar em imagens foi destruída pela radiação. Ainda não foram divulgadas as respetivas medições da temperatura.


Artigos resumidos e especializados neste assunto informam que o peso desta formação ultrapassa as 1200 toneladas e só perde 10 quilos de urânio por ano. Como se não bastasse, ainda resiste às condições ambientais e é protegida pelo abrigo nuclear da central, daí o fato de se prever que os quilos de urânio perdidos serão gradualmente menores ao passar do tempo, até que chegará a um ponto que deixará de perder massa.

O material de que o pé-de-elefante é feito chama-se "corium" e só é produzido em acidentes nucleares: o combustível sólido derrete-se e torna-se num líquido espesso e extremamente quente que corrói tudo o que se encontra à sua frente. Nem mesmo o ferro, betão ou areia escapam.
O pé-de-elefante é uma mistura de componentes radioativos, combustíveis e materiais da própria central nuclear e eventualmente, solidificou-se de uma maneira semelhante à do vidro, quando passa pelo devido processo de formação.
Com todos estes dados, prevê-se que a radiação de Chernobyl durará mais de cem mil anos.

 

Adaptado de: creepypastabrazil

sexta-feira, 3 de julho de 2015

O homem que se encontra "preso no tempo" há oito anos.



Um estudante britânico de 23 anos que não quis revelar o seu nome à mídia, afirmou que esteve, desde há oito anos para cá, "preso" numa espécie de loop temporal. O homem, cujas experiências começaram a ser relatadas num registo diário de relatos de casos médicos, foi forçado, por si mesmo, a deixar a universidade, a parar de ler livros e de ver televisão, porque ele tinha a sensação de que já tinha visto tudo aquilo antes. Ele declarou que os déjà vus que tomavam conta da sua cabeça pareciam mostrar o passado (mas de uma forma mais aliviada do que aquilo que eventualmente foi), a cada momento e às vezes estas sensações tornam-se tão intensas que ele as descreve como "medonhas".


O seu caso começou a intrigar os médicos que o examinaram, pela primeira vez em 2007 (pouco tempo depois de ter ingressado na universidade), dado que ele não apresentou nenhum outro tipo de distúrbio psicológico normalmente associado àqueles que sofrem intensamente de déjà vus. A Dra. Christine Wells, especialista em psicologia julga que que a ansiedade é a principal causa de uma aparente repetição de acontecimentos no cérebro desse homem; uma ansiedade originada por um uso obstinado de drogas psicadélicas como LSD.
Segundo Wells, "a teoria mais plausível é a de uma falha nos neurónios dos lóbulos temporais, aqueles que comandam as sensações de reconhecimento e familiarização com as coisas. Essa falha durante um processo de reconhecimento significa que uma pessoa interpretará um momento como algo que já foi experienciado."

Para além disto, o homem possui um histórico de outros problemas mentais: o TOC (transtorno obsessivo compulsivo), revelando o fato de possuir uma necessidade compulsiva de lavar as mãos ou tomar banho.

Adaptado de: Independent

segunda-feira, 9 de março de 2015

Homem arranca os próprios olhos durante missa na Itália


Um homem arrancou os seus próprios olhos durante uma missa que estava a ser realizada na catedral de San Andre, na localidade de Vilareggio. O homem, de 46 anos, nascido na Inglaterra que estava a ouvir uma missa, começa repentinamente a gritar e arrancou os seus olhos com as próprias mãos, de acordo com os relatos das testemunhas. Ele explicou aos funcionários do serviço que cometeu este ato após ter ouvido uma voz que lhe dizia para arrancar os olhos, segundo as autoridades. A mãe dele estava ao seu lado e viu tudo o que tinha sucedido.
Apesar de ter sido levado imediatamente para o hospital Versilia, onde foi operado, os médicos não puderam fazer nada para evitar a sua cegueira. O médico Gino Barbacci, responsável das urgências desse hospital, afirmou que para fazer algo como isto, seria necessário ter uma força sobre-humana e que em 26 anos de serviço nunca tinha visto nada igual. Acrescentou também que o homem chegou tranquilo ao hospital, numa ambulância. Embora o seu rosto tivesse coberto de sangue, ele não se queixava e também não parecia sentir dor.
A imprensa italiana revelou que o homem tinha problemas psicológicos e que tinha deixado de tomar os comprimidos que lhe foram receitados. O padre, Lorenzo Tanganelli, continuou a missa após a chegada dos serviços médicos que levaram o homem para o hospital.




Adaptado de: blog-estranhouniverso

domingo, 4 de janeiro de 2015

Apocalipse previsto para 2036 leva à preparação de um projecto de salvação


Ainda na postagem passada abordei um tema acerca de previsões desastrosas e hoje segue-se outra.
Cientistas chineses estão a elaborar um enorme projecto com o objectivo de fazer com que uma sonda aterre sobre a superfície do asteróide Apophis, que se aproxima da Terra, para mudar a sua trajectória. Esse asteróide foi descoberto em 2004 e desde logo chamou a atenção de cientistas de todo o mundo, que começaram a fazer cálculos e alegaram que existe a possibilidade de a Terra ser atingida por ele até 2036.
A Academia de Ciências da China começou a trabalhar no desenvolvimento da sonda espacial "caçadora de asteroides", cujo objectivo é alcançar Apophis. De acordo com os cientistas, depois da aterragem da sonda no asteróide, será possível realizar uma perfuração para recolher amostras da sua composição para uma análise posterior. Espera-se que a sonda alcance a superfície do asteróide em 2029: “Se conseguirmos pousar a nossa sonda no asteróide, isso permitirá que os engenheiros e cientistas tomem medidas para mudar sua trajectória”, afirmou Ji Janghui, professor do Observatório da Montanha Púrpura.

Embora a data de lançamento ainda esteja a ser estudada pelo governo chinês, as estimativas iniciais consideram que a colisão com a Terra teria consequências equivalentes à explosão de 100000 bombas atómicas.

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

O enterro de Octavia Smith Hatcher


No final do século XIX, a cidade de Pike, em Kentucky, foi abalada por uma doença de origem desconhecida e um dos casos mais famosos é o de Octavia Smith Hatcher. Depois da morte do seu filho recém-nascido, Jacob, em 1891, Octavia entrou numa depressão tal que chegou a ficar dias na cama, onde ficou progressivamente muito doente até que entrou em coma. A 2 de Maio do mesmo ano, Octavia foi declarada morta por causas desconhecidas, quando ela ainda estava na cama.

Devido ás altas temperaturas na região, Octavia foi enterrada rapidamente para que o cheiro a cadáver não se propagasse. Cerca de uma semana depois do enterro de Octavia, muitos outros habitantes locais começaram a ter os mesmos sintomas que ela. Só que estas pessoas, ao longo do tempo, começaram a acordar.
Com isto, o marido de Octavia começou a ficar muito preocupado por ter enterrado a sua esposa prematuramente, quando ela ainda estava viva. Então, ele decidiu exumar o túmulo e chegou a descobrir que os seus maiores temores eram verdadeiros: O revestimento do interior do túmulo estava todo riscado e com alguns pedaços. As unhas de Octavia estavam partidas e cheias de sangue e a sua cara mostrava uma expressão de horror.
Octavia foi enterrada de novo, mas desta vez, o seu marido ergueu um monumento realista sobre o seu túmulo. Mais tarde, vieram a descobrir que a doença foi causada pela mosca-tsé-tsé, um insecto de origem africana que pode causar uma doença conhecida como doença do sono, em que as pessoas infectadas conseguem dormir durante dias a fio e além disso, apresentam também outros sintomas como febres, enxaquecas, insónias e sonolências incontroláveis.

Adaptado de: minilua

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

O cientista que transplantava órgãos de animais ainda vivos

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Entre as décadas de 1930 e 1950, o cientistas soviético Vladimir Petrovich Demikhov fez diversas experiências ao transplantar partes do corpo de animais, como trocar corações ou pulmões de uma criatura para a outra. As suas experiências eram severas e assustavam as pessoas naquela época. E talvez ainda continue a aterrorizar algumas almas.
Vladimir ganhou fama após iniciar uma série de transplantes de cabeças de cães. A sua experiência mais assustadora foi quando ele inseriu a pata dianteira de um cão bebé no pescoço de um pastor-alemão adulto, resultando numa criatura com duas cabeças e seis patas. As duas cabeças comportavam-se de maneiras independentes e durante as demonstrações ao público, Vladimir alimentava o filhote de cão com leite, embora não tivesse estômago e compartilhava o sistema circulatório com o pastor-alemão. Já que o leite não tinha para onde ir, ela drenado após ingerido.
Obviamente, as suas experiências nunca duravam muito tempo, mas mesmo depois da morte rápida do cão de duas cabeças, Vladimir não se deu por vencido e continuou com as suas possíveis tentativas de obter um "animal Frankeinstein", ao cortar crias de cão ao meio para as colocar em corpos de cães adultos, durante mais de 15 anos. Foram criados cerca de 20 cães de duas cabeças, mas nunca sobreviveram durante muito tempo.
Embora as suas experiências tenham assustado muita gente, vários médicos actuais afirmam que, se não fossem as suas ideias malucas, os transplantes que, hoje em dia, salvam muitas vidas não estariam tão avançados.

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Adaptado de: diariodebiologia

sábado, 6 de setembro de 2014

Uma mulher afirma ter criado o filho do Diabo


Ana Feria Santos, uma mulher de 28 anos que vive em Nueva Estrella, na Colômbia, afirma que o seu bebé é o filho de Satanás. Ela tem pensado assim após um estranho acontecimento em que o bebé supostamente queimou um colchão e fez desaparecer algumas roupas do seu berço. Ana também diz que o seu filho é capaz de criar chamas para queimar coisas, que se pode transformar num rapaz mais velho, com, segundo ela, "olhos de intimidação" e até cacareja para que a mãe fique perto dele, quando está próxima. Ana chama-lhe de "El Niño" e já afirmou "Ele é satânico. Eu nunca vi isso na minha vida".

Na pequena comunidade em que Ana vive, várias pessoas ainda acreditam em bruxaria e ela tem medo que alguém possa lhe possa fazer mal. Ela é mãe de mais outros quatro filhos.
A mulher disse que El Niño consegue mover-se, da sua cama de bebé (que têm grades altas, em geral, como vocês sabem) para outro lugar qualquer.


Os moradores locais já atiraram pedras à casa de Ana e também já exigiram que um exorcismo fosse feito, no entanto, outros acreditam que ela inventou a história. Ana foi inclusive acusada de abuso infantil.
"Eu pedi ajuda e as pessoas riram. Pedi ao meu Deus para me ajudar", disse ela.

A história de Ana é parecida ao do filme de terror de 1976, "The Omen", em que um menino chamado Damien foi possuído por um demónio.

Adaptado de: noitesinistra

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Mulher recebe selfie de avó morta


Gina Mihai, uma mulher romena de 34 anos, afirmou que a sua avó morta entrou em contacto com ela ao enviar uma "selfie" para o seu telemóvel. A mulher também pensa que a imagem parece reproduzir a punição da sua avó, por ter cometido algum pecado.

"Quando vi o telemóvel, fiquei horrorizada ao ver o rosto da minha avó morta. Ela tinha o que parecia uma cobra em volta do pescoço, e toda a imagem parecia que tinha sido absorvida por um buraco, como se tivesse sido filmado através de um rasgo no tecido que separa os vivos dos mortos.
Levei-o para uma cartomante que me disse que a minha avó tinha acabado de me enviar uma mensagem vinda do outro lado, e que a cobra em volta do pescoço era um símbolo do facto de que ela estava a ser punida na outra vida por algum pecado.", disse Gina.

Gina disse que ela mesma pode ter sido parcialmente responsável pela punição da sua avó, por não ter feito a manutenção da sepultura, como manda a tradição durante a festa de caridade romena.

A fotografia que lhe foi enviada:


Uma foto da avó de Gina quando ainda era viva:


Adaptado de: assombrado

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Mulher suicida-se num prédio em Alphaville


Em Alphaville, um bairro em São Paulo, no Brasil, uma advogada suicidou-se do 19º andar de um prédio, no dia 26 de Março de 2012, por volta das 16:30.
O suicídio atraiu vários curiosos ao local, incluíndo a chegada dos bombeiros, Polícia Civil/Militar e da Guarda Municipal, que causou complicações no trânsito. As informações sobre a mulher vazaram logo que a Polícia Civil começou a sua investigação. Ela foi identificada como uma mulher de 42 anos de idade e estava num estado de depressão, devido ao termínio do seu relacionamento com ex-presidente da Carapicuíba, Luiz Carlos Neves. Segundo um polícia, "O relacionamento terminou há um ano e, desde então, que ela estava num estado depressivo".
A Polícia Civil não tinha mais informações sobre a vítima, visto que aguardava para que o Instituto de Criminalística começasse as efectar as investigações. . Por volta das 17 horas, as equipas do Demutran reorganizaram o trânsito, enquanto o cadáver da vítima continuava no local onde caiu, à espera do Instituto de Criminalística. Os familiares da mulher também não foram contactados, até às 17:25. "Esperámos pela liberação do Instituto de Criminalística primeiro", afirmou um polícia, que descartou a hipótese de homicídio, pois a mulher estava sozinha no seu quarto.

Os bombeiros foram os primeiros a chegar ao local. Foram imediatamente contactados, uma vez que a mulher estava posicionada no prédio de uma maneira que parecia ter a intenção de saltar para baixo a qualquer momento.

Aqui está o vídeo que foi filmado durante o suicídio da mulher:


Adaptado de:
youtube
issoebizarro

sábado, 9 de agosto de 2014

o caso de david reimer


os gémeos idênticos, david e brian reimer nasceram a 22 de agosto de 1965, em winnipeg, no canadá. como nesse país a circuncisão é muito habitual, os pais dos gémeos decidiram, por recomendação médica, submeter os filhos a uma operação. com brian, correu tudo bem, mas o seu irmão não pôde dizer o mesmo...
o cirurgião não pôde estar presente na operação de david esta foi realizada pelo seu assistente. inexplicavelmente, ocorreu uma falha no cauterizador eléctrico, que chamuscou totalmente o pénis de david. posteriormente, este começou a apodrecer e desprendeu-se do corpo.

o desenvolvimento de uma cirurgia da reconstrução genital estava numa fase muito prematura, o que não deixava muitas opções para david. no entanto, os seus pais descobriram um médico de baltimore, john money, um sexólogo com boa reputação, cujas ideias sobre a superioridade da influência ambiental a respeito da biologia, tinham-lhe dado um certo reconhecimento dentro dos grupos de ambientalistas no estudo de psicologia.

quando os pais de david pediram um conselho a john, este viu uma boa oportunidade no caso, já que teria um voluntário exposto para analisar e experimentar, david e o seu irmão brian, com o qual compararia as diferenças que surgiriam segundo a educação dada, pois sabia-se que a nível genético, os irmãos eram quase iguais.
john recomendou à família reimer que david fosse submetido a uma operação de criação de uma vagina artificial e que deveria receber uma educação de acordo com o seu novo sexo, ou seja, a que seria dada a uma menina. então, david passou a ser chamado de "brenda" e os pais só tinham que tratar o seu filho como uma menina e nunca falar com ele acerca da sua sexualidade.

brian reimer (à esquerda) e david reimer (à direita)

porém, brenda não gostava dos brinquedos de raparigas, como as bonecas, costumando arrancar-lhes os cabelos e as roupas. os pais temiam que brenda desse conta da sua sexualidade.
conforme o crescimento, brenda começou a desenvolver uma estatura muscular e pouco feminina, que faziam dela alvo de gozo, por parte dos seus colegas de escola. ela também não se identificava como uma rapariga, entre os seus 9 e 11 anos de idade.

frequentemente, os irmãos iam à consulta de john money para que ele avaliasse os seus crescimentos. segundo os relatos dos irmãos, que foram dados a conhecer mais tarde, as terapias de john eram bastante perturbadoras para eles. david relatou a maneira de como o médico mostrava a ele e ao seu irmão, imagens sexuais, que serviam para redireccionar a sua sexualidade, segundo john.
afirmou tabém que john mandava os irmãos tirar a roupa, contra as suas vontades e mandava brenda ficar de quatro no chão, enquanto o seu irmão brian fazia movimentos e toques relacionados com sexo contra o rabo da irmã. o médico negou sempre ter feito tal coisa.


a experiência dos irmãos nas suas idas ao médico começaram a traumatizá-los. quando o doutor pressionou os pais para fazer uma cirurgia de construção de uma vagina em brenda, as visitas de acompanhamento acabaram. dos 22 meses de vida até aos primeiros anos como adolescente, brenda teve que urinar por um orifício que os cirurgiões fizeram no seu abdómen.

enquanto crescia, brenda via a sua vida a deteriorar-se, progressivamente. negava-se a tomar os estrogénios que lhe faziam crescer os seios e as suas tentativas de suicídio começavam a preocupar a família. quando o doutor money começou a afastar-se da família, o pai de brenda decidiu contar-lhe toda a sua história. após ouvir tudo, brenda decidiu mudar de sexo novamente e tornou-se num homem. ela tomou injecções de testosterona, mastectomia dupla e foi submetida a duas operações de faloplastia.


david casou-se, anos mais tarde, com uma mulher chamada jane fontaine e tornou-se o padrasto de três filhos. em pouco tempo, a sua história foi tornando-se pública e ele perdeu o seu emprego e a sua esposa. poucos anos depois, o seu irmão brian suicidou-se com uma overdose de antidepressivos, segundo reportagens, devido à profunda culpabilidade que sentia pela sua operação ter corrido bem e pelos anos em que viu o seu irmão em pleno sofrimento. na manhã de 5 de maio de 2004, david parou o seu carro num parque de estacionamento de um supermercado e suicidou-se, dando um tiro na sua cabeça com uma espingarda. ele tinha 38 anos de idade.

adaptado de:

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

contacto com deus?

em 1983, um grupo de cientistas religiosos deu origem a uma experiência extremamente secreta. eles acreditavam que um humano sem acesso aos seus 5 sentidos, poderia obter algum tipo de contacto com deus ou contemplar a sua presença divina. eles acharam que os cinco sentidos muravam a percepção divina e sem eles, um ser humano poderia contactar com deus, apenas com o pensamento.
um idoso foi o único voluntário que se submeteu a esta experiência. uma complexa operação foi realizada para lhe remover os seus sentidos, onde os nervos ligados ao cérebro foram rompidos. apesar de poder mover-se e falar, o homem não conseguia ouvir, ver, sentir cheiros e emoções.



ele foi deixado no seu quarto, sozinho, sem qualquer sensação do mundo exterior. os cientistas monitoravam-no sempre que ele falava acerca do seu estado mental, em frases engroladas, que nem mesmo ele podia ouvir. quatro dias depois, o homem afirmou que conseguia ouvir vozes a ecoar no seu subconsciente. os cientistas pensaram que se tratasse de uma psicose, portanto, não lhe deram importância... até que ele disse que podia falar com a sua esposa falecida, que queria conversar com ele e para além disso, enumerou alguns nomes de parentes seus já mortos. o homem falava de coisas a respeito deles que apenas eles próprios sabiam. nessa altura, uma grande parte da equipa de cientistas deixou a experiência.

depois de uma semana submetido ao experimento, o homem mostrava-se angustiado, afirmando que as vozes que ouvia eram violentas. a cada momento em que permanecesse acordado, era vítima de centenas de vozes que nunca o deixavam sozinho. eis que ele começou a atirar-se contra a parede, com a tentativa de sentir dor física e implorou que os cientistas lhe dessem calmantes para poder deixar de ouvir as vozes. esta táctica funcionou somente por 3 dias, e após esse tempo, começou a sofrer de pesadelos horríveis e dizia que podia ouvir os mortos a falarem com ele, enquanto dormia.


um dia depois, começou a gritar e quis arrancar os seus olhos, que já nem funcionavam sequer, com o propósito de sentir dor. as vozes agora eram ensurdecedoras e falavam do apocalipse e do inferno, segundo ele. de repente, começou a gritar "não há paraíso, não há perdão", durante cinco horas a fio. ele implorava para que os cientistas o matassem, mas estes não o fizeram, achando que ele estava perto de um contacto divino. um dia depois, as frases que ele dizia já não eram correctamente conjugadas, nem faziam sentido e começou a arrancar pedaços dos seus braços com mordidas. os cientistas amarraram-no numa mesa para que ele não se suicidasse. umas horas depois, começou a gritar. encarou o tecto e chorou durante duas semanas e teve que ser reidratado pelos cientistas, porque não parava de chorar. eis que ele fez o seu primeiro contacto directo com um cientista. ele sussurrou:

"eu falei com deus e ele abandonou-nos"

depois disso, os seus sinais vitais pararam. a causa da sua morte não foi descoberta...



adaptado de: creepypastabrasil

quarta-feira, 30 de julho de 2014

aranha retirada viva do ouvido de uma mulher

na china, uma mulher, cujo nome não foi revelado à mídia, foi ao hospital changsha central. ela queixava-se de comichão no seu ouvido esquerdo. eis que os médicos encontraram uma aranha viva dentro do seu canal auditivo. o animal esteve lá dentro durante 5 dias e foi removido com solução salina.
os médicos mais experientes temiam que a aranha pudesse morder o ouvido da mulher ou entrar mais para fundo, caso tentassem retirá-la à força. então, deitaram uma solução salina no ouvido, para afugentar a aranha. esse método funcionou e a aranha saiu imediatamente do local onde estava alojada. segundo os médicos, o aracnídeo moveu-se para o ouvido da mulher enquanto dormia.

o melhor que podes fazer é confirmar a existência de bichinhos no teu quarto, não vá algum caminhar pelo teu pescoço durante a noite...

quarta-feira, 23 de julho de 2014

a noiva cadáver de carl von cosel

carl von cosel foi um radiologista que trabalhou num hospital nos estados unidos, onde conheceu a sua amada, elena hoyos, com que viveu até a sua morte. elena faleceu devido a tuberculose, três meses após ter iniciado o seu tratamento, com apenas 22 anos, a 25 de outubro de 1931. a perda de elena mudou radicalmente a mentalidade de carl, como vocês devem imaginar. sentia-se frustrado por não ter tido possiblidades de salvar a sua esposa da doença que a tinha afectado.

carl convenceu a família de elena a construir um mausoléu para depositar o cadáver. ele começou a visitar o mausoléu todas as noites, até que um dia decidiu levar o corpo da jovem para a sua casa. durante os 7 anos seguintes, carl fez de tudo para manter a sua amada próxima dele, mesmo estando morta. ele amarrou os ossos dela com cordas de piano, encheu os seus órgãos com panos empapados num líquido embalsamador e em canela chinesa. a pele desidratada foi fortalecida com cera e bocados de tecidos de seda, criando uma espécie de máscara com a forma do seu rosto, que lhe serviu para os moldes nas manutenções. no tratamento da pele, carl fazia uso de loções, poções caseiras e até electroterapia. substituiu os olhos podres por uns de vidro e fez uma peruca composta por cabelos que elena tinha perdido.



vestiu-a com um vestido de casamento, um véu de rendas brancas, colocou-lhe tiaras e alianças e perfumou-a com azeites. para além disso, carl também abriu um buraco na região anal, que simulasse uma vagina, para poder satisfazer-se sexualmente.

quando o caso da noiva cadáver (assunto que gerou compaixão/horror pela população local) foi descoberta, carl von cosel foi preso. no entanto, dois admiradores seus pagaram uma fiança de 1000 doláres para que carl fosse libertado, de modo a que pudesse responder ao seu processo livremente. o cemitério para onde elena foi levada tornou-se num local turístico, onde mais de 6000 pessoas o visitaram.
várias pessoas ficaram sensibilizadas pelo que carl fez, afirmando que ele cometeu um acto demasiadamente romântico. os seus admiradores deram-lhe presentes, apoio e serviços gratuitos com prostitutas cubanas.
o amor entre carl e elena continuou mesmo após a morte desta, até ao dia 3 de julho de 1952, quando carl foi encontrado morto, abraçado a uma efígie de cera da sua mulher.

elena hoyos

carl von cosel

adaptado de: assombrado

quarta-feira, 16 de julho de 2014

a lenda de julie legare


conta-se que, numa certa altura no século XVII, uma menina foi visitar a sua família, em edisto island, na carolina do sul. durante o tempo que passou com os seus familiares, a menina ficou doente, foi vítima de malária ou talvez de outra doença que fosse mortal naquela época. ela faleceu pouco tempo depois de começar a sentir-se doente, e como antigamente se julgava que as doenças podiam ser transmitidas pelos mortos, um caixão foi construído à pressa e a menina foi enterrada no masoléu da família Legare.

alguns anos depois, outra pessoa morreu e o masoléu foi reaberto para lá colocar mais um caixão. para a surpresa de todos os presentes no funeral, um esqueleto caiu de lá. com isto, começou-se a pensar que a menina que foi enterrada uns anos antes estivesse em coma e que tentou lutar para sair do masoléu, mas estava fraca demais para mover a porta.
esta mostrava várias marcas de arranhões, que puderam ilustrar o pânico que a menina sentiu, antes de morrer. o masoléu ainda existe, mas sem a porta, para evitar que algo do género ocorra de novo.


adaptado de: